sexta-feira, 13 de maio de 2011

13 de Maio - Abolição ou Acerto?



Uma versão sobre o 13 de maio


          A lei Áurea foi o coroamento da primeira mobilização nacional da opinião pública, na qual participaram políticos e poetas, escravos, libertos, estudantes, jornalistas, advogados, intelectuais e operários. Esse 13 de maio, (que já foi feriado nacional durante a República Velha), da princesa Isabel de Bragança (filha do Imperador Dom Pedro II), que estudamos na escola primária é o 13 de maio da doação da liberdade, e ressalta o apoio dado por muitos brancos da época à abolição da escravatura.







Uma segunda versão

Os militantes do atual movimento negro no Brasil evocam um outro 13 de maio, que vê a abolição, em 13 de maio de 1888, como sendo um "golpe branco" visando frear o avanço da população negra, na época, uma minoria oprimida.


 Consenso na história contemporânea: 

          Todo o processo da abolição no Brasil foi lento e ambíguo, pois, como afirma José Murilo de Carvalho: "A sociedade estava marcada por valores de hierarquia, de desigualdade; marcada pela ausência dos valores de liberdade e de participação; marcada pela ausência da cidadania". Hoje, ainda, segundo Murilo de Carvalho,  a  "carga de preconceitos que estruturam nossa sociedade, bloqueiam a mobilidade, impedem a construção de uma nação democrática".

O Post de hoje foi retirado do blog
http://camasi2010.blogspot.com/


Os dados aqui apresentados estão referendados nos endereços abaixo:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Abolicionismo_no_Brasil
http://www.suapesquisa.com/historiadobrasil/abolicao.htm

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Dia 13 de abril - Dia do Hino Nacional Brasileiro e Dia do Beijo!



No dia 13 de abril comemora-se o dia da criação do Hino Nacional Brasileiro. Sua música foi criada em 1822, por Francisco Manuel da Silva (1795-1865), recebendo inicialmente o nome de “Marcha Triunfa”.
Nessa época, o Brasil passava por uma crise contra o governo de Portugal, buscando sua independência diante desse país.
Dom Pedro I apresentava dúvidas em suas decisões, a fim de dar a liberdade ao Brasil, deparava-se autoritário e temeroso às pressões da corte portuguesa.
Em meio a esses problemas, as tentativas de compor uma letra para o hino não caiam bem, pois vinham cheias de insultos e ressentimentos aos portugueses ou com excessos de lisonjeios ao soberano rei de Portugal.
A escolha da data foi em razão de uma manifestação em desacato ao ex-imperador, quando o mesmo embarcava para Portugal, no dia 13 de abril de 1831.
Dentre tantas tentativas, somente em 1909 que a linda composição ganhou uma letra poética, elaborada pelo então poeta e jornalista Joaquim Osório Duque Estrada (1870-1927), sendo muito elogiada pelas referências que fazia às belezas de nosso país.
Em 1922 a oficialização do hino, por Deodoro da Fonseca, foi para a letra de Francisco Manoel da Silva. A letra atual só foi oficializada em primeiro de setembro de 1971, na presidência de Epitácio Pessoa, através da Lei 5.700, sendo publicado no Diário Oficial do dia seguinte.
O hino nacional é um instrumento de homenagem à nação, deve ser executado nas aberturas das festividades cívicas, patrióticas, escolares, esportivas internacionais, onde a população deve contemplá-lo cantando em uma só voz.

Dia do Beijo

Beijar é bom demais, não é? Além disso, é o ponto de partida de qualquer relacionamento. O coração dispara, o corpo se aquece, a pressão arterial aumenta. O beijo na boca desperta o corpo. O olhar, o tato, o paladar, o olfato e a audição se intensificam. Por isso, o desejo sexual cresce, aumentando o prazer. Essa eletrização ocorre porque os parceiros se tocam em um ponto extremamente sensível.

Os lábios percebem os toques com a mesma intensidade que a ponta dos dedos. Mas com uma grande vantagem: o apelo erótico. "Os lábios só perdem em sensibilidade para o clitóris e a glande", afirma o sexólogo americano Daniel Stein. Um ingrediente extra favorece o prazer: a fantasia. No imaginário masculino, a boca se assemelha à vulva, o que torna um beijo de língua tremendamente excitante. Para os homens, essa carícia faz lembrar a penetração do pênis na vagina. E mais, o beijo é visto pelos sexólogos como um dos principais ingredientes da vida afetiva. A falta dele pode ser sinal de afetividade em baixa. "O beijo exige entrosamento, carinho. Se os dois não estão felizes um com o outro, podem até conviver, mas fica ruim se beijar", explica a psicóloga Carla Zeglio, do Instituto Paulista de Sexualidade. "Muitas vezes o casal faz sexo, mas não beija na boca. Falta um sentimento mais forte", conclui. 
uer mais um motivo? Além de ser prazeroso, o beijo traz uma série de benefícios físicos e emocionais. O toque ardente dos lábios movimenta 29 músculos, provoca a pressão de até 12 quilos de um rosto contra o outro e eleva os batimentos cardíacos: eles saltam de 70 para 150 batimentos por minuto. Esse bombeamento sanguíneo aumenta a oxigenação das células, estimula as funções circulatórias e diminui a insônia e as dores de cabeça. A cada beijo de língua, trocam-se 250 bactérias junto com a saliva, o corpo queima 12 calorias e a produção de hormônios aumenta. O nível de serotonina, substância química que dá a sensação de euforia e relaxamento, cresce. Por isso, beijar na boca acalma, ajuda a liberar sentimentos reprimidos, reduz o complexo de rejeição e alivia o estresse. Tudo em questão de instantes.



sexta-feira, 8 de abril de 2011

Dia 08 de Abril - Dia Mundial de Combate ao Cancer


Com o intuito de mobilizar a sociedade sobre a importância da prevenção e também informar os aspectos educativos e sociais sobre esta patologia, comemora-se nesta sexta-feira, 08 de abril o Dia Mundial do Combate ao Câncer. 
Segundo estatísticas, o câncer é uma doença que, se diagnosticado maligno, constitui na segunda causa de morte da população brasileira, representando aproximadamente 17% dos óbitos de causa conhecida. 
 De acordo com informações do INCA (Instituto Nacional de Câncer), o câncer de pulmão é o mais comum no mundo, seguido pelo câncer de mama feminina. Posteriormente, há uma grande incidência  do câncer de cólon e reto. 



Prevenir é o grande desafio!
A maneira de combater o câncer é se prevenir. Deve-se ficar atento as campanhas providas pelas Secretárias de Saúde de cada município, realizar visitas médicas regularmente e fazer os exames de detecção precoce da doença. 
A maioria dos casos de câncer (80%) está relacionada ao meio ambiente, no qual encontramos um grande número de fatores de risco. As mudanças provocadas no meio ambiente pelo próprio homem, os "hábitos" e o "estilo de vida" adotados pelas pessoas, podem determinar diferentes tipos de câncer.

Já que o ambiente, habitos e estilo de vida influenciam na nossa vida, hoje é um otimo dia para refletimos como estamos cuidando do nosso lar(corpo) nós estamos:
* Fazendo Exercicios com regularidade?
* Alimentando com frutas, fibras (alimentação saudavel)?
* Tenho uma valvula de escape para meu stress do dia a dia?
* Faço o bem com frequencia?




Postado: Comercial Menina e Mãe Ltda
               Falamos e Fazemos sustentaveis!

segunda-feira, 28 de março de 2011

Vamos participar... Hora do Planeta 2011


O que é?
A Hora do Planeta é um ato simbólico, promovido no mundo todo pela Rede WWF, no qual governos, empresas e a população demonstram a sua preocupação com o aquecimento global, apagando as suas luzes durante sessenta minutos.
Quando?
Sábado, dia 26 de março, das 20h30 às 21h30. Apague as luzes para ver um mundo melhor. Hora do Planeta 2011.
Onde?
No mundo todo e na sua cidade, empresa, casa... Em 2010, mais de um bilhão de pessoas em 4616 cidades, em 128 países, apagaram as luzes durante a Hora do Planeta. Em 2011, a mobilização será ainda maior.

terça-feira, 22 de março de 2011

Faça a Diferença

  1. Feche a torneira ao escovar os dentes.
  2. Um banho planejado - molhar, ensaboar e enxaguar - limpa e economiza água e energia.
  3. Água potável é muito cara e preciosa para ser desperdiçada lavando calçadas. Usando a vassoura, você vai economizar água e tempo.
  4. Molhe as plantas pela manhã ou ao anoitecer e use o regador. Gasta menos água que a mangueira e o exercício faz bem.
  5. Mantenha seu carro limpo, mas não precisa exagerar no uso da água. Com um balde d'água você economiza e dá conta do recado.
  6. Cuidado! Vasos sanitários não são lixeiras. Objetos jogados nos vasos sanitários, além de ser um atentado ao meio ambiente, provocam o entupimento da rede de esgoto causando problemas como, por exemplo, o retorno do esgoto para dentro de sua própria casa ou do vizinho.
  7. Faça uma boa viagem, mas não esqueça de fechar o registro da água antes de sair.
  8. Pense no futuro de nossas crianças, com nossos rios limpos e esgoto tratado.
  9. Quem rouba sua água: torneira pingando, descarga desregulada, caixa d'água com bóia que não funciona, vazamento de todo tipo.
  10. Avise as autoridades do seu bairro sobre vazamentos em redes de água e/ou esgoto.
Participe do jogo do Site Água e Cidade
http://www.aguaecidade.org.br/faca_diferenca.php
Você tera 10 frases e 10 animações. Para participar é fácil:
Selecione o número da frase que você considera que seja correspondente à animação e clique em "Conferir resultado".

quarta-feira, 9 de março de 2011

O poder das palavras

Sustentabilidade ou responsabilidade social empresarial? Mas por que apenas social? Não deveria ser responsabilidade socioambiental? E onde foi parar o desenvolvimento sustentável? Essas e outras perguntas parecidas têm rondado as conversas e os pensamentos de muita gente, sinalizando uma perigosa confusão. Cada um desses conceitos tem um importante valor, e o que significam vai muito além dos modismos de gestão ou de comunicação. 

É fácil errar quando uma empresa ou seus dirigentes não têm clareza sobre o que de fato significam as bonitas palavras que estão em suas missões e valores ou em seus relatórios e peças de marketing. Infelizmente, não passa um dia sem vermos claros sintomas de confusão. O que dizer de uma empresa que mal começou a praticar coleta seletiva e já sai por aí se intitulando “sustentável”? Ou da que anuncia sua “responsabilidade social” divulgando em caros anúncios os trocados que doou a uma creche ou campanha de solidariedade? Na melhor das hipóteses, elas não entenderam o significado desses conceitos. Ou, se formos um pouco mais críticos, diremos tratar-se de oportunismo irresponsável, que não só prejudica a imagem da empresa mas — principalmente — mina a credibilidade de algo muito sério e importante. Banaliza conceitos vitais para a humanidade, reduzindo-os a expressões efêmeras, vazias. 

Hoje, vejo empresas criando áreas de “sustentabilidade” em paralelo com seus departamentos de “responsabilidade social” ou simplesmente rebatizando as áreas que já tinham. Vejo tratarem “responsabilidade social” como uma idéia fora de moda, envelhecida frente à atualíssima “sustentabilidade”. Isso já seria grave pela confusão que cria entre seus funcionários. Porém, ainda mais grave é a dúvida transmitida ao mercado e aos demais stakeholders: qual o real compromisso da empresa? É com a construção de um mundo socialmente justo, ecologicamente viável e economicamente próspero? Ou é com seu desejo de parecer atualizada e sintonizada com as prioridades de momento? 

A questão não é a precisão técnica das palavras utilizadas: é o que a maneira de usá-las revela sobre quem realmente somos e sobre o que de fato desejamos. 

É bom que as empresas queiram ser sustentáveis e socialmente responsáveis. É ótimo que comecem a fazer algo nesse sentido. Mas é péssimo quando, ao tentar fazer isso, elas reforçam os argumentos de quem deseja jogar a responsabilidade social empresarial na vala comum das espertezas marqueteiras. 

Para concluir, um lembrete prático: sustentabilidade é a qualidade do que é sustentável, ou seja, da situação que pode se manter continuamente, pois não exaure os recursos de que necessita. É a situação que a humanidade almeja para não correr o risco de sua auto-extinção. Desenvolvimento sustentável é o modelo de progresso econômico e social que permitirá que todos os seres humanos atinjam boas condições de vida — sem comprometer nossa sustentabilidade. Finalmente, ter responsabilidade social empresarial (ou corporativa) é conduzir uma empresa de forma que ela contribua para o desenvolvimento sustentável (incluindo assim tanto os aspectos ligados ao meio ambiente como os ligados às condições sociais e às relações saudáveis com consumidores, trabalhadores e demais stakeholders). 

Em suma, não são modas novas versus antigas ou conceitos que se substituem indiscriminadamente: são faces de um mesmo processo. Peças do mesmo quebra-cabeça que — juntos — estamos aprendendo a montar. 



Aron Belinky é secretário executivo do Grupo de Articulação das ONGs Brasileiras (GAO) na ISO 26000 (a futura norma internacional de responsabilidade social).